O Blog


"Contraponto – Respeito e Honra”, nome do blog, originou-se da troca de comentários com distinto amigo e leitor, quando da edição de nossa matéria “Painel da Verdade – Honra Nacional”, mais uma em que declinamos nosso ponto de vista a respeito da ignóbil, revanchista e repulsiva Comissão da Verdade, já aprovada pela Câmara Federal, dependendo, atualmente do Senado, cuja respectiva série de comentários se iniciou com a matéria "OEA", editada em dezembro passado, na qual criticamos a posição retrógada daquela Organização quanto aos acontecimentos do Araguaia.

Na matéria que deu ensejo a este blog, presente o agrupamento de propósitos decentes e honestos, sugerimos a criação de um Painel da Verdade, de modo a que se pudesse contrapor ao que de “ordinário” viesse daquela ignomínia, porquanto voltada para o que chamam de apuração dos “casos de graves violações de direitos humanos ocorridos durante a ditadura, assim como sua autoria, ou seja, uma Comissão formada por “sete pensantes”, indicados por “prócere” representante daqueles criminosos e vagabundos movimentos, com o intuito de criminalizar quem, na defesa da ordem constituída e da sociedade, honrou o País até com sua vida (há projeto claro neste sentido, aguardando, quiçá, o momento oportuno para os já conhecidos fins escusos). Processo nefasto e insidioso da quebra de princípios, valores e do respeito à Nação, iniciado após a Lei da Anistia.

Este blog, pois, e dentro do possível, se ocupará de acompanhar o funcionamento da inqualificável comissão, com suas idiossincrasias e inverdades, tal como se sinaliza, manifestando-se quando necessário, de modo a resgatar a verdadeira verdade histórica, como, também, editará comentários, opiniões, fotos, filmes, documentos etc., que forem encaminhados com o objetivo de contrapor os repulsivos atos.

Enquanto não se instala em definitivo, relacionaremos na coluna à esquerda do blog – Arquivos – matérias passadas e atuais, inclusive nossas, relacionadas, direta ou indiretamente, com a retrógada e já ultrapassada ideologia e, algumas, com a imoralidade criminal do "ilegítimo poder", agradecendo antecipadamente a quem conosco colaborar.
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Nós, brasileiros,
Mantemos uma fé comum,
de que o homem conhecerá pão e paz;
conhecerá justiça, honestidade,
liberdade e segurança;
oportunidades e chances iguais de fazer o melhor,
não só na própria pátria, mas em todo o mundo.

Nós, brasileiros de hoje,
estamos passando por um período de suprema prova:
prova da nossa coragem,
da nossa determinação,
da nossa sabedoria,
da essência de nossa democracia.

Se resistirmos a essa prova,
com êxito e honra,
teremos prestado um serviço de histórica importância;
serviço que homens, mulheres e crianças,
honrarão por todos os tempos.

O pior inimigo, não são os corruptos,
políticos e não políticos;
o pior inimigo, somos nós mesmos,
acomodados com a iniqüidade,
ou por ela vencidos.

Ao percebermos o mal que nos faz,
e ao próprio País,
não haverá desafios que não possam ser vencidos;
e por nós serão vencidos,
como poetas da guerra.

E, ao final de tudo,
com orgulho no espírito,
e amor no coração,
poderemos dizer:
nossa pátria, nossa terra,
nossa nação, nosso lar.

Assim vitoriosos,
teremos recuperado nosso passado,
nossa história, nosso civismo, nossa terra,
e, não menos importante, a nós mesmos.

(Flávio Bastos)

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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

O selo do STF


O site do STF informou, no dia 22, que aquela Corte, por intermédio de uma Resolução 474/11, estabelecera critérios para atribuição de relevância e de valor histórico aos processos e demais documentos do Supremo.

Segue o informativo:
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Quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Processos e documentos do STF receberão selo "Tema Relevante"
A partir de agora, processos e demais documentos do Supremo Tribunal Federal (STF) poderão receber o selo “Tema Relevante”, que os qualificará conforme critérios de relevância e valor histórico. O selo foi instituído pela Resolução nº 474, de 29 de novembro de 2011, que estabelece os parâmetros de classificação.

De acordo com a Resolução do STF, o valor histórico deverá ser atribuído aos processos e demais documentos que representem um acontecimento, fato ou situação relevante para a história do Tribunal e da sociedade, assim como aqueles que tenham grande repercussão nos meios de comunicação.

Serão considerados "de potencial histórico" os processos e documentos relacionados à história do STF e seus ministros; a personalidades de renome; aos movimentos sociais no Brasil (como revoluções e rebeliões) e ainda aqueles que tratem de problemas fronteiriços entre estados da Federação, por exemplo. O selo será afixado nas capas de tais processos.

A norma também estabeleceu os critérios para a atribuição de relevância, como a competência para determinar a afixação do selo. Esta caberá ao relator do processo ou ao presidente do STF, quando se tratar de processos em trâmite, ao diretor-geral da Secretaria, nos casos de processo administrativo, e ao presidente da Comissão Permanente de Avaliação de Documentos (CPAD), para processo arquivado e encaminhado à deliberação da Comissão.
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Por sua vez, o Jornal dos Marinhos, do dia de ontem, pág. 4, editou matéria assinada por Francisco Leali, com o título e subtítulo de: "STF cria selo para preservar casos históricos; Após apagar de seus registros ações envolvendo autoridades, tribunal decide guardar julgamentos de grande repercussão."

Segue a reportagem:
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Depois de apagar do sistema consulta às ações penais arquivadas ou com crime prescrito, o Supremo Tribunal Federal (STF) criou um selo de "tema relevante", para manter preservados documentos considerados históricos. A resolução foi publicada no início de dezembro e divulgada ontem pelo Supremo.

Segundo a resolução assinada pelo presidente da Corte, ministro Cezar Peluso, deverão receber o título de valor histórico casos de grande repercussão, atos relacionados ao exercício da função dos ministros da Corte e também processos envolvendo personalidades de renome nacional e internacional.

Para o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcanti, essa resolução parecece ser contraditória com a decisão do mesmo Peluso, de suprimir do sistema de acompanhamento processual ações penais contra autoridades absolvidas ou casos em que o crime prescreveu.

Segundo Ophir, as ações penais são também registro histórico e, por isso, deveriam ser preservadas.

          - Não vejo problema na permanência de processos arquivados para consulta. São registros históricos. Agora, parece que há um contradição (na criação do selo para manter arquivos relevantes), porque a classificação fica dependendo do subjetivismo do dirigente - disse Ophir Cavalcanti.

O STF informou que a resolução que trata de classificação dos "temas relevantes" pretende preservar os casos notórios. Devem entrar nessa lista o julgamento do ex-presidente Fernando Collor, o caso da cantora mexicana Glória Trevi e o do ex-ativista italiano Cesare Battisti. Ações penais que tramitam regularmente na Corte não se enquadrariam nessa condição porque a ideia foi dar tratamento especial para casos emblemáticos.

Os processos com selo "tema relevante" serão arquivados e poderão ser consultados na biblioteca do STF.

No último domingo, O GLOBO mostrou que 89 ações penais contra autoridades foram apagadas do sistema de acompanhamento processual do Supremo. Após questionamento feito pelo jornal, o STF restituiu 31 processos, mas 58 permanecem indisponíveis para consulta pública.

STF: objetivo foi preservar intimidade dos réus.

Ao justificar a retirada das ações, o Supremo informou que o objetivo da medida foi impedir a violação da intimidade dos réus. Foram apagados dos registros do Tribunal casos em que os réus foram absolvidos; ações que demoraram a ir a julgamento, o que levou à prescrição do crime; e até ações que foram remetidas a outras instâncias do judiciário porque o réu perdeu o direito ao foro privilegiado.
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Pois bem! O selo pode ser até interessante, mas parece que a turma das togas não tem coisa melhor para fazer, tal como a turma do congresso, que aprovou a "lei da palmada". 

Quanto a esta, aliás, a sociedade deveria reunir um bom grupo para ir a Brasília e aplicar, literal e fisicamente, a lei da porrada contra aquele bando que se intitula politico.

Voltando ao selo, que o presidente do Supremo diz que será " atribuído aos processos e demais documentos que representem um acontecimento, fato ou situação relevante para a história do Tribunal e da sociedade", será bem interessante vê-lo estampado no processo da liberação da apologia ao consumo da droga, e no do esfalecimento do instituto familiar, que bem representaram e representam a demagogia da hipocrisia jurídica erudita, de "relevantíssimo interesse para a sociedade", como, também, no processo do bandido italiano, que esfacelou a Constituição brasileira e o tratado internacional celebrado com a Itália, e no do mensalão, que já aponta para grande período de maturação, nas palavras do revisor do processo, o ministro Lewandowski, que anunciou que dele somente cuidará a partir de abril próximo (por conta de seus afazeres no TSE), com prenúncio de prescrição de crimes.

Estes processos, de fato, são de alto relevo e importância para o corpo social como um todo, e "não para aqueles que deles se beneficiaram". Parece que ainda se vive nos idos do banditismo romântico.

Ainda se têm os processos da "Ficha Limpa", já chutado para 2012, e aquele que interessa a enorme grupo de idosos, que buscam as perdas inflacionárias por conta de desastrados planos econômicos, e que ainda se encontra dormitando com o revisor do "mensalão".

Haja selo! Aliás, dever-se-ía criar o selo da vergonha, da ineficiência, da morosidade, da impunidade e tudo o mais que puder ser dito da máquina, notadamente em função do seu embate natalino atual, e da justificativa para se apagar determinados processos do sistema de acompanhamento: "impedir a violação da intimidade dos réus", ou seja, as autoridades citadas na reportagem.

Quando estas praticam lá os seus crimes, já perdem, no momento criminal, o direito à sua intimidade, bem infinitamente inferior  se comparado com o do corpo social, que já se vê vilipendiado e violado diariamente nestes últimos anos, e que  tem todo o direito de conhecer as razões da absolvição ou condenação, suas linhas e entrelinhas eruditas ou não, se por prescrição ou não, se por morosidade proposital ou não, e por aí vai.

A "limpeza" no sistema de acompanhamento mais parece proteção própria do que o direito a proteção da intimidade dos réus que, presume-se, teriam o maior interesse em alardear sua "demonstrada e provada inocência."

Fica, pois, a sugestão do selo da vergonha, sem nenhum desrespeito ao respectivo poder.    

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

To be or not to be?!

Ser ou não ser, brasileiro, that's the question!

Até quando ficaremos em linhas de indignação?!

sábado, 24 de dezembro de 2011

Feliz Natal

Um feliz natal para todos, na esperança de um ano novo venturoso, sem corruptos e ladrões.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

O ano termina ...


Depois de bandalheiras várias no Poder, e de situarem o País como o quinto preferido para lavagem de dinheiro, o ano termina com o Judiciário em foco.
Haja vergonha para ferir a alma! 

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

8 anos + 1


O que dizer de + 1 de 8 anos que está se ultimando? Recordar as hipocrisias, os crimes, os "malfeitos", a corrupção desenfreada, tanto no podre poder podre, como nas instâncias "inferiores" de poder e no séquito privado que os acompanha, erudições hipócritas judicias, a criminosa e dolosa negligência do poder, a demagogia retrógada e o idealismo retrógado que se está disseminando, que o País está em 5º lugar nos preferidos para lavagem de dinheiro, e tudo mais que se possa lembrar, além do ano que se aproxima impregnado e corrompido do e pelo mesmo foco passado?
Feliz Natal a todos, e saúde, paz, vida e prosperidade em seus lares.

Recordando Guararapes

Em 1966 eu vi os corpos das vítimas do terrorismo brasileiro chegarem.

Para aqueles que não vivenciaram os dificeis anos de terrorismo no Brasil
 
Gen M. Theophilo


 
 
Em 1966 eu servia como 1º Tenente Médico no Hospital de Aeronáutica de Recife
e vi os corpos das vítimas chegarem.
O jornalista Edson Regis chegou agonizando entrando logo a seguir em óbito.
Realmente acho que esses FDP, que se dizem vítimas da repressão,
em sua maioria não passam de criminosos covardes,
não davam assistência as suas respectivas famílias
e portanto o dinheiro do povo não deve sustentá-las.
O que vi me deixou revoltado até hoje.
Embora tenha sido transferido de volta para o Rio de Janeiro
pouco tempo depois do atentado (embarquei de volta em 24/08/1966),
sempre que penso ou ouço falarem sobre Recife, aquele quadro me vem à mente.
MACHADO
Memória Nacional que o governo quer esquecer e a todo custo tenta esconcer:
Dias Ruins em 1966


Aí está um bom assunto para ser analisado pelo "Comissão da Verdade".
Poderia começar descobrindo os autores desse sangrento atentado a bomba no Aeroporto dos Guararapes,
que vitimou inocentes, e propondo reparação cível às famílias dos mortos e feridos.


RECORDANDO A HISTÓRIA

O ATENTADO DE GUARARAPES

Em 1966, dois anos depois da Revolução Democrática de 31 de Março,
a Nação brasileira empenhava-se em reerguer o País, após o caos dos primeiros anos da década de 60. 
Entretanto, uma pequena minoria inconformada, constituída pelos comunistas e pelos corruptos
que haviam sido alijados da vida política nacional, procurava reorganizar-se
e, de qualquer maneira, expressar seu descontentamento. 
Recife, a capital pernambucana, foi a escolhida para ser o cenário inicial
de uma nova forma de luta - o terrorismo - que, por muitos anos,
viria a ensangüentar e a enlutar a sociedade brasileira. 
O 31 de Março de 1966 amanhecia com sol.
O povo pernambucano e as autoridades já estavam reunidos no Parque 13 de Maio,
aguardando o início das comemorações do segundo ano da Revolução. 
Nesse momento, exatamente às 0847h, ocorria violenta explosão no 6º andar do edifício dos Correios e Telégrafos, onde funcionavam os escritórios regionais do SNI e da Agência Nacional.

Ao mesmo tempo, uma segunda explosão atingia a residência do Comandante do IV Exército.
Mais tarde, seria encontrada uma terceira bomba, falhada, num vaso de flores da Câmara Municipal de Recife, onde havia sido realizada uma sessão solene em comemoração à Revolução Democrática.
Três bombas montadas para, num só momento, atingir personalidades
e entidades representativas do governo brasileiro. Iniciava-se a guerra suja.
Entretanto, a bomba falhada no legislativo municipal deveria estar incomodando os terroristas
e estar sendo vista como
um parcial fracasso de execução.

Assim é que, em 20 de Maio de 1966, 50 dias após esse ensaio geral,
foram lançadas outras três bombas - dois "coquetéis molotov" e um petardo de dinamite,
contra os portões da Assembléia Legislativa de Pernambuco.
A Nação, estarrecida, vislumbrava tempos difíceis que estavam por vir.

Em 25 de Julho de 1966, uma nova (terceira) série de três bombas,
com as mesmas características das anteriores, sacode Recife.
Uma, na sede da União de Estudantes de Pernambuco, ferindo,
com escoriações e queimaduras no rosto e nas mãos, o senhor José Leite, de 72 anos,
vítima inocente que passava pelo local.
Outra, nos escritórios do Serviço de Informações dos Estados Unidos (USIS),
causando, apenas, danos materiais.
A terceira bomba, entretanto, acarretando vítimas fatais,
passou a ser o marco balizador do início da luta terrorista no Brasil.
Nessa manhã de 25 de julho de 1966, o Marechal Costa e Silva,
então candidato à Presidência da República, era esperado por cerca de 300 pessoas
que lotavam o Aeroporto Internacional dos Guararapes.
Às 0830h, poucos minutos antes da previsão de chegada do Marechal, o serviço de som anunciou
que, em virtude de pane no avião, ele estava deslocando-se por via terrestre
de João Pessoa até Recife e iria, diretamente, para o prédio da SUDENE.
Esse comunicado provocou o início da retirada do público.
O guarda-civil Sebastião Tomaz de Aquino, o "Paraíba", outrora popular jogador de futebol do Santa Cruz, percebeu uma maleta escura abandonada junto à livraria "SODILER", localizada no saguão do aeroporto. Julgando que alguém a havia esquecido, pegou-a para entregá-la no balcão do DAC. 
Ocorreu uma forte explosão.
O som ampliado pelo recinto, a fumaça, os estragos produzidos e os gemidos dos feridos
provocaram o pânico e a correria do público.
Passados os primeiros momentos de pavor,
o ato terrorista mostrou um trágico saldo de 17 vítimas. 
Morreram o jornalista e secretário do governo de Pernambuco Edson Regis de Carvalho,
casado e pai de cinco filhos, com um rombo no abdômen,
e o vice-almirante reformado Nelson Gomes Fernandes, com o crânio esfacelado,
deixando viúva e dois filhos menores.

O guarda-civil "Paraíba" feriu-se no rosto e nas pernas,
o que resultou, alguns meses mais tarde, na amputação de sua perna
direita.
O então Tenente-Coronel do Exército, Sylvio Ferreira da Silva, sofreu fratura exposta
do ombro esquerdo e amputação traumática de quatro dedos da mão esquerda.
Ficaram, ainda, feridos os advogados Haroldo Collares da Cunha Barreto e Antonio Pedro Morais da Cunha,
os funcionários públicos Fernando Ferreira Raposo e Ivancir de Castro,
os estudantes José Oliveira Silvestre, Amaro Duarte Dias e Laerte Lafaiete,
a professora Anita Ferreira de Carvalho, a comerciária Idalina Maia,
o guarda-civil José Severino Pessoa Barreto, o Deputado Federal Luiz de Magalhães Melo
e Eunice Gomes de Barros e seu filho, Roberto Gomes de Barros, de apenas seis anos de idade.

O acaso, transferindo o local de chegada do futuro Presidente, impediu que a tragédia fosse maior.
O terrorismo indiscriminado, atingindo pessoas inocentes e, até, mulheres e crianças,
mostrou a frieza e o fanatismo de seus executores.

Naquela época, no Recife, apenas uma organização subversiva,
o Partido Comunista Revolucionário (PCR), defendia a luta armada como forma de tomada do poder.
Dois comunistas foram acusados de envolvimento no ato terrorista:
um, Edinaldo Miranda de Oliveira, militante do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR)
e que, em 1986, era professor de Engenharia Elétrica em Recife,
e o outro era Ricardo Zaratini Filho, então militante do PCR
e atual assessor parlamentar da liderança do PDT
na Câmara Federal.
Entretanto, nunca foi possível determinar, exatamente, os autores dos atentados.
Não havia, ainda, no País, órgãos de segurança especializados no combate ao terror.
Em 18 Mai 99, em entrevista ao jornal "O Estado de São Paulo, o Comandante do Exército,
Gen Ex Gleuber Vieira, declarou
respeito da reabertura do caso Riocentro:
"Nós nunca pensamos em pedir reabertura de inquérito
envolvendo personalidades da vida nacional de hoje que, no passado,
estiveram envolvidos em assalto a bancos, seqüestros, assassinatos e em atos de terrorismo.
Nós não cogitamos pedir a reabertura do inquérito nem mesmo quando uma dessas personalidades
declarou que sabia quem tinha posto uma bomba no aeroporto do Recife."

Um ano depois do atentado, em 25 Jul 67, foi inaugurada no Aeroporto
uma placa de bronze com os seguintes dizeres:

"HOMENAGEM DA CIDADE DO RECIFE AOS QUE TOMBARAM NESTE AEROPORTO
DOS GUARARAPES, NO DIA 25 DE JULHO DE 1966,
VITIMADOS PELA INSENSATEZ DOS SEUS SEMELHANTES.
- ALMIRANTE NELSON FERNANDES
- JORNALISTA EDSON REGIS
GLORIFICADOS PELO SACRIFÍCIO, SEUS NOMES SERÃO SEMPRE LEMBRADOS RECORDANDO AOS PÓSTEROS O VIOLENTO E TRÁGICO ATENTADO TERRORISTA, PRATICADO À SORRELFA PELOS INIMIGOS DA PÁTRIA."
Não sabemos se essa placa ainda permanece no aeroporto ou foi retirada
ou, mesmo, substituída por homenagens aos comunistas.
Hoje, os terroristas daquela época, arvorando-se em "heróis" libertários,
afirmam que o que fizeram foi uma reação à "violência" do Governo brasileiro.
Intencionalmente, procuram deturpar a História e levar ao esquecimento
as vítimas que causaram em sua sanha fratricida, dentre elas, as de 1966.
Passaram-se muitos anos.
Mas as bombas de Recife e o atentado de Guararapes não serão
 
esquecidos.

Eis as fotos do terror.
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F.DUMONT

TERRORISMO NUNCA MAIS!

Uma abominável busca da Verdade


Uma abominável busca da Verdade

A criação da Comissão da Verdade está gerando filhotes pelos estados.

Não bastando a criação de um soberbo tribunal nacional, tal como a Comissão da Anistia de âmbito nacional, que saiu premiando os torturados pelos sacripantas e degenerados com polpudas benesses, foram criadas, graças ao clamor e o desejo incontido de difundir justiça e indenizações em diversos Estados, as mini - Comissões de Anistia.

Em São Paulo emerge a Comissão da Verdade local. Sob a indignação de mais um justiceiro surge a proposta de criação daquele vingativo instrumento.

Que bom para a Nação, que existe no seio dos exemplares parlamentares esta necessidade fundamental para o gênero humano, que é o de distribuir justiça, de cavoucar a verdade esteja ela onde estiver.

Acertadamente, um punhado de bravos empenha - se na preservação dos direitos, embora, cautelosamente, por conveniência, nem cogite em tocar nos deveres.

No seu discurso inflamado os adeptos da Comissão da Verdade apregoam a imperiosa necessidade da criação, não de uma, mas de dezenas, de centenas, para que como um trator de moralidade, a justiça percorra o território nacional de cabo a rabo.

Assistiremos a um espetáculo “sui generis” no templo da hipocrisia humana, sagrado antro onde se desvirtuarão os princípios comezinhos em nome dos direitos dos outros.

Vejamos, pois que os arautos dos direitos dos humanos decreteram que os agentes da repressão foram classificados como inumanos, pois não terão direito algum.

É incrível, gritante, acachapante, mas é a mais pura verdade.

No teatro das Comissões da Verdade, os declarados inumanos, assim considerados pelos gestores daqueles tribunais, não terão espaço.

É triste, é vergonhoso, alarmante, mas é inexorável.

Esta é a nossa sociedade, e assim, são os indivíduos que comandam esta Nação, implacáveis, cretinos, indecentes, parciais.

Tanto que chafurdam nas ignomínias, nas corrupções, nas mentiras, mas justos o suficiente para votar a Lei da Palmada.

Atingimos os píncaros da esbórnia, e como porcos imundos nos lambuzamos na lama, nos excrementos e rimos de satisfação.

Anos atrás já indagaram “que País é este”, hoje podemos responder com convicção, que é o País do lulo - petismo, do vale tudo para alcançar e se manter no poder, doa a quem doer, em especial nos desafetos.

Portanto, acreditem que o ditado de que “todos são iguais perante Deus”, foi declarado inconstitucional pelo Congresso Nacional, tanto que os que se declararem “torturados”, pelo elevado senso de justiça daquele Congresso, que goza do mais alto grau de credibilidade perante o povo brasileiro, são mais iguais do que os acusados.

Você, que às vezes põe a cabeça de fora para reclamar movido por justa indignação, se acautele, uma cúpula justiceira poderá considerá – lo persona non grata, e será o mesmo que tachá - lo de desigual perante a lei deles.

Hoje, os verde – olivas, os azuis e os brancos são os inimigos a serem trucidados; amanhã poderá ser VOCÊ.

Brasília, DF, 16 de dezembro de 2011

Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Mini Manual da Comissão da Verdade ou o Decálogo da “Enrabação”


Mini Manual da Comissão da Verdade ou o Decálogo da “Enrabação”

Em solidariedade ao recente movimento de louvação ao vate do terrorismo, Carlos Marighella, cuja obra é considerada pela Academia Brasileira de Letras um clássico da literatura universal, sugerimos com os mesmos propósitos daquela incomparável obra – prima, a instituição de um mini manual para usufruto da Comissão da Verdade:

Primeiro - Não deixar escapar nenhum Agente da Repressão constante do listão.
- O importante é que a punição seja exemplar para que nunca mais os fantasiados de verde - oliva e simpatizantes se metam a besta.

Segundo - Não duvidar dos pobres e inocentes “torturados”.
- Acreditar, piamente, nas alegações dos coitados “torturados”, ainda mais que os “torturadores” nunca serão escutados. Como quem cala consente, trolha neles.

Terceiro - Não deixar de divulgar e tripudiar o nome dos acusados.
- Partir do principio de que um paladino da subversão não mente jamais, e quaisquer acusações e nomes que surjam nas investigações deverão ser divulgados sem piedade. Doa a quem doer.

Quarto - Não aceitar provas que possam aliviar o peso da lei que deverá recair na cabeça dos agentes acusados.
- Embora tal medida já esteja prevista nos Estatutos da Comissão, os seus membros não poderão ler obras como a “Grande Mentira”, “A Verdade Sufocada”, e outras que constam no index do governo petista por desvirtuarem a verdade.

Quinto - Não admitir alegações de que os “torturadores” agiam cumprindo ordens.
- Considerar que os “torturadores” cumpriam ordens da ditadura militar, portanto as ordens careciam dos respaldos legais.

Sexto - Não questionar se os “torturados” pretendiam instalar uma ditadura comunista.
- Repudiar a acusação. É conhecido de sobejo que os “torturados” ansiavam por decretar a vigência de uma democracia tipo marxista – leninista.

Sétimo - Não aceitar qualquer alegação para minimizar atos falhos.
- Não esquecer que as simples ameaças do tipo “é bom confessar senão vais levar umas tapas”, mesmo que as tapas não tenham sido aplicadas, o stress da ameaça, causou danos morais irreparáveis, que nem uma polpuda indenização poderá minimizar.

Oitavo - Não deixar de aplicar aos “torturadores” a máxima sentença.
- Sempre que possível apoiar, explicitamente, o projeto de lei da deputada Luiza Erundina que prevê o fim da Lei da Anistia e a execução dos “torturadores” em hasta pública.

Nono - Não justificar a tortura por causa do terrorismo.
- Tortura é crime em qualquer circunstância; terrorismo, com propósitos humanitários e/ou libertários e/ou ideológicos, não.

Décimo - Não se esquecer de por em praticar a máxima cubana “Com escrotidão, porém com ternura”.

- Em caso de dúvida, mesmo diante de tantos casos escabrosos e histórias inverossímeis, não esquecer que o acusador sempre tem razão e se praticou um ou dois atos terroristas, por sua determinação e coragem, deve ser enaltecido como um herói.

Brasília, DF, 06 de dezembro de 2011

Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Mini XX - guerra de guerrilha urbana, escola para selecionar o guerrilheiro


Finalmente, segue o último parágrafo do "mini" que não é "mini" do manual do guerrilheiro urbano, conforme já comentando em matéria anterior, que  foi batizado de "guerra de guerrilha urbana, escola para selecionar o guerrilheiro."

Espero que esse "troço", de linhas criminais, que chega ao fim, "resgatado do limbo", e que a ele retornará, contribua para que se tenha  pleno conhecimento dos intentos criminosos lá delineados, e que se assuma o respeito e honra pelo País, pretendidos aniquilar pelo podre poder podre.

Isto feito, a podridão estará com os dias contados.
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Guerra de Guerrilla Urbana, Escuela para Seleccionar al Guerrillero
La revolucion es un fenomeno social que depende de los hombres, las armas, y los recursos. Las armas y los recursos existen en el pais y pueden ser tomados y usados, pero para hacer esto es necesario contar en los hombres. Sin ellos, las armas y los recursos no tienen ni uso ni valor. Por su parte, los hombres tienen que tener dos cualidades basicas e indispensables: 

a. tienen que tener una motivacion politico-revolucionaria; 

b. tienen que tener la necesaria preparacion tecnica-revolucionaria. 

Los hombres con la preparacion politico-revolucionaria se encuentran entre los contingentes vastos y concienzudos de los enemigos de la dictadura militar y de la dominacion del imperilismo de EE.UU. 

Casi a diario tales hombres gravitan hacian la guerra de guerrillas urbana, y es por esta razon que tan pronto que la oposicion anuncia que ya le ha ganado a la revolucion que tiene que ver como renace de nuevo de sus propias cenizas. 

Los hombres que estan mejor entrenados, mas experimentados, y dedicados a la guerra de guerrillas urbana, constituyen la base para la guerra revolucionaria, y por lo tanto, de la revolucion Brazileira. De esta base es que surge el nucleo del ejercito revolucionario de liberacion nacional, levantándose de la guerra revolucionaria. 

Este es el nucleo central, no de burócratas y oportunistas escondidos en la estructura organizacional, no de conferenciantes vacios, de escritores de resoluciones que permanecen en papel, sino de hombres que pelean. Los hombres que desde el principio han tenido la determinacion y han estado listos para cualquier cosa, que personalmente participan en las acciones revolucionarias, que no tienen dudas ni enganan. 

Este es el nucleo indoctrinado y disiplinado con una estrategia de largo alcance y una vision tactica consistente con la aplicacion de la teoria Marxista, de los desarrollos del Leninismo y Castro-Guevarristas, aplicados a las condiciones especificas de la situacion revolucionaria. Este es el nucleo que dirigira la rebelion a la fase de guerra de guerrilla. 

De ella surgiran los hombres y mujeres con el desarrollo politico-militar, uno e indivisible, cuyo trabajo sera el de los lideres futuros despues del triunfo de la revolucion, en la construccion de una nueva sociedad Brazileira. 

Desde ahora, los hombres y mujeres escogidos para la guerra de guerrilla urbana son trabajadores; campesinos a quien la ciudad ha atraido por su potencial de trabajo y quien regresaran al area rural completamente indoctrinados y técnicamente preparados; estudiantes, intelectuales, y sacerdotes. Este es el material con el cual estamos construyendo-- empezando la guerra de guerrillas--la alianza armada de trabajadores y campesinos, con estudiantes, intelectuales y sacerdotes. 

Los trabajadores tienen conocimiento infinito de la esfera industrial y son los mejores en los trabajos revolucionarios urbanos. El trabajador guerrillero urbano participa en la lucha mediante la construccion de armas, sabotiando y preparando sabotiadores y dinamiteros, y personalmente participando en acciones envolviendo armas de mano, o organizando paros y parálisis parciales con la violencia en masa característica en fabricas, centros de trabajo, y otros lugares de trabajo. 

Los campesinos tienen una intuicion extraordinaria de conocimiento de la tierra, juicio en la confrontacion del enemigo, y la indispensable habilidad de comunicar con las masas humildes. El guerrillero campesino esta participando ya en nuestra lucha y es el quien llega al nucleo de la guerrilla, establece puntos de apoyo en las areas rurales, encuentra lugares para esconder individuos, armas, municiones, suministros, organiza la siembra o cosecha de granos utilizados en la guerra de guerrillas, escoge los puntos de transporte, puntos de cria de ganado, y las fuentes de suministros de carnes, entrena los guias que ensenan al guerrillero urbano las carreteras, y crea un sistema de informacion en el area rural. 

Los estudiantes se destacan por ser políticamente crudos y rudos y por lo tanto rompen todas las reglas. Cuando son integrados en la guerra de guerrillas urbana, como esta ocurriendo ahora en gran escala, ensenan un talento especial para la violencia revolucionaria y pronto adquieren un alto nivel de destreza politico-tecnico-militar. Los estudiantes tienen bastante tiempo libre en sus manos porque son sistematicamente separados, suspendidos y echados de la escuela por la dictadura y asi empiezan su tiempo ventajosamente a favor de la revolucion. 

Los intelectuales constituyen la vanguardia de la resisitencia a los actos arbitrarios, las injusticias sociales, y la inhumanidad terrible de la dictadura de las guerrillas. Ellos expanden la llamada revolucionaria y tienen una gran influencia en la poblacion. El guerrillero urbano intelectual o ta es el adherente as moderno de la revolucion Brazílena. 

Los hombres de iglesia, es decir, aquellos ministros o sacerdotes de varias berarquias y denominaciones, representan un sector que tiene habilidad especial para comunicarse con el pueblo, particularmente los trabajadores, campesinos, y la mujer Brazileira. al sacerdote que es un guerrillero urbano es un ingrediente poderoso en la guerra revolucionaria Brazileira, y constituye una arma poderosa en contra del poder militar y el imperialismo norte americano. 

Con respecto a la mujer Brazilena, su participacion en la guerra revolucionaria, en particular la guerra de guerrilla urbana, ha sido distinguido por su espiritu luchador y tenacidad sin limite, no es solamente por suerte que tantas mujeres han sido acusadas de participacion en las acciones de guerrilla en contra de bancos, centros militares, etc., y que tantas están en prision mientras que tantas otras todavia son buscadas por la policia. Como una escuela para escoger al guerrilla, la guerra de guerrilla urbana prepara y coloca al mismo nivel de responsabilidad y eficiencia a hombres y mujeres que omparten los mismos peligros de luchar, buscar suministros, servir como mensajeros o corredores, o choferes, o navegantes, o pilotos de aviones, obteniendo informacion secreta, y ayudando con la propaganda o el trabajo de índoctrinacion. 

Carlos Marighella
junio 1969

Mini XIX - apoio popular


Segue o próximo parágrafo do "mini" que não é "mini" do manual do guerrilheiro urbano, conforme já comentando em matéria anterior, e que agora foi batizado de "apoio popular."

Espero que esse "troço", "resgatado do limbo", de autoria do criminoso ao lado, contribua para que se assuma o respeito e honra pelo País, pretendidos aniquilar pelo podre poder podre.
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Apoyo Popular
Uno de los problemas principales del guerrillero es su identificacion con las causas populares para ganar el apoyo popular. 

Cuando las acciones gubernamentales se tornan corruptas e ineptas, el guerrillero urbano, no debe de hesitar para demostrar demostrar que el se opone al gobierno y a ganar la simpatia de las masas. El presente gobierno, por ejemplo, le impone responsabilidades financieras pesadas a la poblacion en la forma de impuestos. Es la responsabilidad del guerrillero urbano entonces de atacar el sistema de pago de impuestos y de obstruir su actividad financiera, tirando todo el peso de la actividad revolucionaria en contra de ella. 

El guerrillero urbano pelea no solamente por trastornar el sistema de coleccion de impuestos; el brazo de violencia revolucionario tambien tiene que estar dirigido en contra de los organos del gobierno que levantan los precios y aquellos que los dirigen, como tambien en contra de los mas ricos de los capitalistas nacionales y extranjeros y los duenos de propiedades importantes; en resumen, todos aquellos que acumulan fortunas excesivas fuera del costo alto debre, y precios y alquileres excesivos. 

Monopolios extranjeros, tales como la refrigeracion y otras plantas norteamericanas que monopolizan el mercado y la manufactura de suministros de comida generales, tienen que ser sistematicamente atacados por el guerrillero urbano. 

La rebellion del guerrillero urbano y su persistencia en la intervencion de las preguntas publicas es la mejor forma de asegurar el apoyo popular de la causa que defendemos. Repetimos e insistimos en repetir: es la mejor forma de asegurar el apoyo popular. Tan pronto como una seccion razonable de la poblacion comienza a tomar en serio la accion del guerrillero urbano, su exito es garantizado. 

El gobierno no tiene alternativa a excepcion del de identificar la represion. La red de policia, las busquedas de casas, el aresto de personas inocente y de sospechosos, el cerrar las calles, y hacer la ciudad insoportable. La dictadura militar embarca en la persecucion politica. Los asesinatos políticos y el terror policial se hacen rutina. 

A pesar de todo esto, la policia sistematicamente pierde. Las fuerzas armadas, la marina, y la fuerza aerea son mobilizados para llevar acabo las funciones policiales rutinas. Aun asi no encuentran una forma de detener las operaciones de guerrilla, ni tampoco de acabar con la organizacion revolucionaria con sus grupos fragmentados que se mueven y operan atraves del territorio nacional contagiosa y persistentemente. 

La personas se rehusan a colaborar con las autoridades, y el sentimiento general es que el gobierno es injusto, incapaz de resolver problemas, y recurre solamente a la liquidizacion de sus oponentes. 

La situacion politica en el pais es transformado en una situacion militar en el cual los militares aparentan ser mas y mas responsables por los errores y la violencia, mientras que los problemas en las vidas de las personas se hacen verdaderamente catastroficas. 

Cuando ven que los militaristas y la dictadura estan a punto del abismo, y temiendo las consecuencias de la guerra revolucionaria que ya esta relelirreverlos cuales siempre se encuentran dentro de las clases gobernantes, y los oportunistas de ala-derecha, amigos de la lucha sin-violencia, se unen y comienzan a circular rumores detras de "las cortinas", pidiedole al verdugo elecciones, "redemocratizacion", reformas constitucionales, y otras sencillezes disenadas para confundir las masas y hacerles parar la rebellion revolucionaria en las ciudades y las areas rurales del pais. 

Pero, observando los revolucionarios, las personas ahora entienden que seria una farsa el votar en elecciones que tienen como unico objetivo, garantizar la continuacion de la dictadura militar y cubrir los crimenes del estado. 

Atacando de corazon completo esta eleccion falsa y la llamada "solucion politica" tan apeladora a los oportunistas, el guerrillero urbano tiene que hacerse mas agresivo y violento, girando hacia el sabotaje, el terrorismo, las expropiaciones, los asaltos, los secuestros, ejecuciones, etc. 

Esto contestaría cualquier intento de enganar a las masas con la apertura de un Congreso y la reorganizacion de los partidos politicos--partidos del gobierno y los de oposicion que permitiera--cuando todo el tiempo el parlamento y los llamados partidos politícos funcionan gracias a una licencia de la dictadura militar en un verdadero espectáculo de marionetas y perros en una cuerda. 

El papel del guerrillero urbano, para poder ganar el apoyo de las personas, es el de continuar peleando, manteniendo en mente los intereses de las masas y el empeoramiento de una situacion desastroza en el cual el gobierno tiene que actuar. Estas son las circumstancias, desastrozas para la dictadura, que permitirán a los revolucionarios el abrir la guerra de guerrilla rural en el medio de una expansion incontrolable de la rebelíon urbana. 

El guerrillero urbano esta envuelto en la accion revolucionaria a favor del pueblo y busca en ella la participacion de las masas en una lucha en contra de la dictadura militar y para la liberacion del pais del yugo de los Estados Unidos. Empezando con la ciudad y con el apoyo del pueblo, la guerra guerrillera rural se desarrolla rápidamente, estableciendo su infraestructura cuidadosamente mientras que la area urbana continua su rebelion.