O Blog


"Contraponto – Respeito e Honra”, nome do blog, originou-se da troca de comentários com distinto amigo e leitor, quando da edição de nossa matéria “Painel da Verdade – Honra Nacional”, mais uma em que declinamos nosso ponto de vista a respeito da ignóbil, revanchista e repulsiva Comissão da Verdade, já aprovada pela Câmara Federal, dependendo, atualmente do Senado, cuja respectiva série de comentários se iniciou com a matéria "OEA", editada em dezembro passado, na qual criticamos a posição retrógada daquela Organização quanto aos acontecimentos do Araguaia.

Na matéria que deu ensejo a este blog, presente o agrupamento de propósitos decentes e honestos, sugerimos a criação de um Painel da Verdade, de modo a que se pudesse contrapor ao que de “ordinário” viesse daquela ignomínia, porquanto voltada para o que chamam de apuração dos “casos de graves violações de direitos humanos ocorridos durante a ditadura, assim como sua autoria, ou seja, uma Comissão formada por “sete pensantes”, indicados por “prócere” representante daqueles criminosos e vagabundos movimentos, com o intuito de criminalizar quem, na defesa da ordem constituída e da sociedade, honrou o País até com sua vida (há projeto claro neste sentido, aguardando, quiçá, o momento oportuno para os já conhecidos fins escusos). Processo nefasto e insidioso da quebra de princípios, valores e do respeito à Nação, iniciado após a Lei da Anistia.

Este blog, pois, e dentro do possível, se ocupará de acompanhar o funcionamento da inqualificável comissão, com suas idiossincrasias e inverdades, tal como se sinaliza, manifestando-se quando necessário, de modo a resgatar a verdadeira verdade histórica, como, também, editará comentários, opiniões, fotos, filmes, documentos etc., que forem encaminhados com o objetivo de contrapor os repulsivos atos.

Enquanto não se instala em definitivo, relacionaremos na coluna à esquerda do blog – Arquivos – matérias passadas e atuais, inclusive nossas, relacionadas, direta ou indiretamente, com a retrógada e já ultrapassada ideologia e, algumas, com a imoralidade criminal do "ilegítimo poder", agradecendo antecipadamente a quem conosco colaborar.
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Nós, brasileiros,
Mantemos uma fé comum,
de que o homem conhecerá pão e paz;
conhecerá justiça, honestidade,
liberdade e segurança;
oportunidades e chances iguais de fazer o melhor,
não só na própria pátria, mas em todo o mundo.

Nós, brasileiros de hoje,
estamos passando por um período de suprema prova:
prova da nossa coragem,
da nossa determinação,
da nossa sabedoria,
da essência de nossa democracia.

Se resistirmos a essa prova,
com êxito e honra,
teremos prestado um serviço de histórica importância;
serviço que homens, mulheres e crianças,
honrarão por todos os tempos.

O pior inimigo, não são os corruptos,
políticos e não políticos;
o pior inimigo, somos nós mesmos,
acomodados com a iniqüidade,
ou por ela vencidos.

Ao percebermos o mal que nos faz,
e ao próprio País,
não haverá desafios que não possam ser vencidos;
e por nós serão vencidos,
como poetas da guerra.

E, ao final de tudo,
com orgulho no espírito,
e amor no coração,
poderemos dizer:
nossa pátria, nossa terra,
nossa nação, nosso lar.

Assim vitoriosos,
teremos recuperado nosso passado,
nossa história, nosso civismo, nossa terra,
e, não menos importante, a nós mesmos.

(Flávio Bastos)

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domingo, 18 de dezembro de 2011

Mini VII - o grupo de fogo


Segue o próximo parágrafo do "mini" que não é "mini" do manual do guerrilheiro urbano, conforme já comentando em matéria anterior, e que agora foi batizado de "o grupo de fogo."

Espero que esse "troço", "resgatado do limbo", de autoria do criminoso ao lado, contribua para que se assuma o respeito e honra pelo País, pretendidos aniquilar pelo podre poder podre.
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El Grupo de Fuego
Para poder funcionar, el guerrillero urbano tiene que estar organizado en pequeños grupos, dirigidos y coordinados por una o dos personas, esto es lo que constituye un grupo de fuego.

Dentro del grupo de fuego tiene que haber confianza plena entre los camaradas. El mejor tiro y el mejor que conoce como manejar la ametralladora es la persona encargada de las operaciones. 

Cuando hay tareas planificadas por el comando estratégico, estas tareas toman preferencia. Pero no hay tal cosa como un grupo de fuego sin su propia iniciativa. Por esta razón es esencial el evitar cualquier rigidez en la organizacion para permitir la mayor cantidad de iniciativa posible por parte del grupo de fuego. El viejo tipo de jerárquía, el estilo del izquierdista tradicional no existe en nuestra organización. 

Esto significa que, a exepción de la prioridad de objetivos designados por el comando estratégico, cualquier grupo de fuego puede decidir en asaltar un banco, secuestrar o ejecutar un agente de la dictaduría, una figura , identificada con la reacción, o un espía norteamericano, y puede llevar acabo cualquier tipo de guerra de propaganda o de nervios en contra de un enemigo sin la necesidad de consultar con-el comando general. 

Ningún grupo de fuego puede permanecer inactivo esperando ordenes de "arriba". Su obligación es de actuar. Cualquier guerrillero urbano que quiere establecer un grupo de fuego y empezar accion puede hacerlo y de esta forma hacerse parte de la organizacion. 

Este método de acción elimina la necesidad de conocer quien esta llevando acabo que acciones ya que hay libre iniciativa y el unico punto de inportancia es aumentar sustancialmente el volumen de la actividad guerrillera para desgastar al gobierno y obligarlo hacia la defensiva. 

El grupo de fuego es el instrumento de acclón organizada. Con él, las operaciones de la guerrilla y las tacticas son planificadas, lanzadas, y llevadas acabo con éxito. 

El comando general cuenta con el grupo de fuego para llevar acabo sus objetivos de naturaleza estratégica, y de hacerlo en cualquier parte del país. Por su parte, ayuda a los grupos de fuego con sus dificultades y necesidades. 

La organización es una red indestructible de grupos de fuego, y de coordinaciones entre ellos, que funciona simple y prácticamente con el comando general y que también participan en los ataques; y organización que existe con el unico propósito, simple y puro, de acción revolucionaria. 

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